Leitura: Lc 5, 33-39
“Quereis vós obrigar a jejuar os companheiros do noivo, enquanto o noivo está com eles?” – Há duas questões que podem dar pé para a reflexão de hoje. Primeira: não se pode obrigar ninguém a jejuar em dia de festa, quando todos estão a saborear a boa notícia do amor de Deus. Seria um despropósito e uma insensatez. O jejum, como o luto, não poder ser determinado, porque nem sequer data tem. Acontece como as fatalidades, sem pré-aviso. O contentamento e os festins, esses sim, deveriam estar sugeridos e estipulados em todas as esquinas das cidades e aldeias, sobretudo em dias feriais. Segunda nota: a última frase, “Quem beber do vinho velho não quer do novo, pois diz: ‘o velho é que é bom'”, foi dita por Jesus, com ironia, aos que O tinham interrogado, para os avisar que estavam habituados a beber e a apreciar apenas o vinho velho, mas que teriam de optar pelo novo, que era muito melhor, e que valia bem a pena tomar tal decisão. (in Palavra e Vida 2025, Missionários Claretianos)
Jesus,
sei que És o melhor para mim,
mesmo que tenha de fazer mudanças
e deixar o que é “habitual” e “velho”.
Dá-me força para a mudança
e para seguir-Te, sem reservas.
