Leitura: Mc 8, 14-21
“Tendes o coração endurecido? Tendes olhos e não vedes, ouvidos e não ouvis?” – Os milagres de Jesus constituíam apenas sinais. Quer dizer que indiciavam e apontavam para outra realidade mais consistente e profunda. Se Ele curava os doentes, era para mostrar que o homem havia sido criado para ser saudável e feliz, e Deus é que constituía o médico, o enfermeiro, o medicamento… Se ressuscitava os mortos, pretendia dizer que Deus era o Senhor dos vivos e dos mortos, o doador da vida terrestre e eterna; que a felicidade era o estado normal de um filho de Deus, e não a doença e o sofrimento, a tristeza, a opressão e o pecado. Se escolheu como memorial da sua paixão e ressurreição o sacramento da Eucaristia, foi para garantir que ficava connosco, nos acompanhava e permanecia discreto, mas indispensável, como a refaição que nos restabelece as forças, três vezes ao dia. Se quis assumis a forma do abraço da reconciliação ou da unção perfumada, foi para nos recordar que quem sabe perdoar tem sempre razão, pois olha para o lado nobre e bonito dos irmãos. (in Palavra e Vida 2025, Missionários Claretianos)
Jesus,
que eu Te saibe reconhecer sempre,
louvar-Te e dar-Te graças
por estares sempre comigo.
